A mídia impõe um padrão, dizendo que é ele que deve ser seguido: a moda, mais precisamente. Assim, se as pessoas se vestem de uma forma "diferente", ou fora dos padrões, ou utiliza produto de marcas divergentes daquelas mostradas na TV, elas são excluídas da população e sofrem diversos preconceitos.
Para não ser "diferente" ou motivo de piadas dos outros, o indivíduo acaba alimentando esse monstro crescente que é a mídia e a indústria da moda, comprando os produtos de marca que, na verdade, são ingressos para a popularidade ou, até mesmo, o respeito.
Porém, quando chegamos ao tema "compar" nos deparamos com um grave problema que é a pobreza da maior parte da população.
Estima-se que 2,8 bilhões de pessoas vivem com menos de 2 dólares por dia e, a partir de uma pesquisa realizada pelo BIRD (que trabalha com dados oficiais do IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em 2002, haviam aproximadamente 54 milhões de pobres só no Brasil, dos quais 22 milhões eram indigentes.
Tudo isso nos leva a crer que existem milhares de pessoa que, na falta de dinheiro, preferem roubar, como saída mais rápida para chegar o mais perto possível do padrão da mídia.
Para concluir, ainda há outro fator ruim que ninguém realmente pára para pensar, que é a questão ambiental. Será que na hora de comprar um casaco de pele, uma bolsa de couro ou uma mesa de madeira rara, as pessoas se perguntam se necessitam de um objeto daquele material específico ou se não estão causando nenhum impacto ambiental? A maioria não. Novamente, elas se veêm "entre a cruz e a espada": comprar e desmatar ou não comprar e ser excluído socialmente?
Essa é, com certeza, uma grande questão cuja primeira oração é, normalmente, a resposta mais escolhida por todos. Hoje em dia, a maior parte da população não reflete se os seus atos são prejudiciais ao ambiente e, consequentemente, ao mundo.
É, o blog ficou bom .__. A mairia das vezes as pessoass escolhem mesmo a opção de desmatar para não serem excluidas da sociedade.
ResponderExcluirPor isso que a cada dia mais uma floresta é derrubada por motivos desnecessários.
Leticia Maria e Lillian ~9ºC
Gostei muito do seu texto, é verdade a maioria das pessoas não pára para pensar se realmente necessita daquele objeto e se não o tem são excluidas socialmente. Temos que pensar mais nos nossos atos, para que nosso planeta não seja destruido por nossas ações
ResponderExcluirLetícia G. 9C
Wai e Raul: A 2ª pele é ultraimportante para a sociedade atual,a moda também, ultimamente é muito importante para se ter uma boa impressão.
ResponderExcluirAdoramos o texto,as imagens estão convincentes,mas nós preferimos Yves Saint Laurent ao inves da Fendi
Bom texto! Realmente é verdade, alguns desses atos acabam prejudicando o meio ambiente, que enfrenta hoje um grande inimigo: o consumismo. Além do fato que você citou da compra sem certificado, tem o problema das emissões que todo esse processo gera e o problema do lixo, pois as pessoas estão cada vez mais comprando sem ter necessidade ou para usar por um curto período de tempo. Por isso é sempre bom pensar duas vezes antes de comprar alguma coisa! Isso faz bem para o meio ambiente e para todos nós!
ResponderExcluirOlá,
ResponderExcluirSomos a mão invisível do consumo.
Nós mudamos a história, mudamos a história principalmente do nosso planeta.
Quando compramos uma mesa, cadeira, etc, devemos pedir o certificado de origem da madeiro, o DOF, se a loja não tem, devemos pesquisar e comprar em outro lugar, esta loja vai pensar neste público, que preoucupa com o meio ambiente, ele vai mudar, porque nós mudamos, sentiu no bolso, perdeu a venda.
No açougue perguntar qual a origem da carne, esta vindo do desmatamento da Amzônia??? Mude de açougue.
Devemos refletir e mudar a história do nosso planeta, para nós e a próxima geração, que são seus filhos.
Parabéns pelo texto, mude a sua história.
Rosi Ventura
Coordenadora do grupo de voluntários do Greenpeace
É isso mesmo q vc postou no blog. `/e necessário ter-mos a concientização sobre as florestas e também sobre todos as espécies animais.Afinal eles também sentem dor e medo como nós!
ResponderExcluirAbraços.
Gislaine
Voluntária Greenpeace SP